As fortes chuvas que atingiram São Paulo na terça-feira (18) fez com que o asfalto cedesse na Rua Barbeiro de Sevilha, no Parque São Lucas, Zona Leste de São Paulo. Segundo moradores, a via permanecia esburacada nesta quarta, o que prejudicava a mobilidade. Procurada, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não soube informar se havia problemas na rua (Foto: Ale Vianna/News Free/AE)Fonte G1
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Chuva destrói asfalto em rua na Zona Leste de SP
As fortes chuvas que atingiram São Paulo na terça-feira (18) fez com que o asfalto cedesse na Rua Barbeiro de Sevilha, no Parque São Lucas, Zona Leste de São Paulo. Segundo moradores, a via permanecia esburacada nesta quarta, o que prejudicava a mobilidade. Procurada, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não soube informar se havia problemas na rua (Foto: Ale Vianna/News Free/AE)Fonte G1
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Chuva causa alagamentos em São Paulo
Helicóptero faz resgate de motoristas ilhados (Foto: Reprodução/TV Globo)
alagamento no ABC (Foto: Reprodução/TV Globo)
Chuva causa alagamentos em SP e fecha pista da Anchieta
A chuva que atingiu a cidade de São Paulo nesta terça-feira deixou toda capital em estado de atenção. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), estavam nessa condição, desde as 17h10, o centro, Marginal Tietê e as zonas oeste e norte. Às 17h25, foram incluídas as zonas sul, leste, sudeste e Marginal Pinheiros. Às 19h15, o estado de atenção foi removido em todas as regiões. A pista central da rodovia Anchieta chegou a ser fechada devido aos alagamentos.
As áreas de instabilidade que atingiram com força diversos pontos da capital entre a tarde e o início da noite perderam intensidade. Por volta das 19h15, havia registro de precipitação moderada em alguns pontos das zonas norte, leste e sul, principalmente entre os bairros Pirituba, Jaraguá, Freguesia do Ó, Casa Verde, Santana, Penha, Itaquera e Engenheiro Marsilac. Nas demais localidades, a chuva era leve. Segundo o Corpo de Bombeiros, houve registro de queda de árvores e destelhamentos, mas a assessoria não soube precisar números.
Segundo a concessionária Ecovias, a pista central da rodovia Anchieta, para ambos os sentidos, do km 10 ao 14, foi fechada em função do aumento do nível da água no Ribeirão dos Couros das 18h40 às 20h30. Por volta das 19h15, havia um ponto de alagamento na capital, intransitável, localizado na avenida Ragueb Chohfi, com referência à avenida Bento Guelfi, sentido Guianases.
Na Grande São Paulo, ainda chovia moderadamente em Mogi das Cruzes, Suzano Guarulhos, Santa Isabel, Francisco Morato, Franco da Rocha, Caieiras e parte de São Bernardo do campo. Nos demais municípios, a chuva persistia de maneira fraca.
O rio Tamanduateí transbordou e deixou bairros de Santo André, São Caetano, Mauá e São Paulo alagados. A Defesa Civil disse que os demais rios e córregos da região do ABC e da capital estavam com seus níveis normais às 20h20. O órgão afirmou que a situação desta tarde foi crítica e atípica.
Ocorreram ainda dois extravasamentos. Um deles foi no córrego Sarancantan, em São Bernardo do Campo, na rua das Vianas. O outro, em Ribeirão dos Meninos, em Santo André, próximo à Faculdade de Medicina. Segundo imagens da Globonews, diversas pessoas ficaram presas dentro de carros no ABC. Elas foram resgatadas pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar (PM).
Os maiores índices pluviométricos registrados pela rede telemétrica do Alto-Tietê até as 19h15 eram no rio Tamanduateí (Mauá), 64,8mm; córrego Oratório (Mauá), 64,0mm; Rudge Ramos (São Bernardo do Campo), 50,5mm; Ribeirão dos Meninos (Volks / São Bernardo do Campo), 46,0mm; Ribeirão dos Couros (Ford / São Bernardo do Campo), 38,4mm; córrego Cabuçu de Cima (Vila Galvão), 20,2mm.
Devido à chuva, a circulação de trens na Linha 10-Turquesa (Luz-Rio Grande da Serra) era feita somente entre as estações Luz e São Caetano e Mauá e Rio Grande da Serra. A Operação Paese (serviço de ônibus gratuitos) foi acionada para fazer o transporte dos usuários entre as estações São Caetano e Mauá. Os usuários eram orientados pelo sistema de som.
Fonte Terra
Após Europa, EUA sofrem com intensas nevascas
18 de janeiro - Chuva congela e forma gotas de gelo em frente ao Capitólio, em Washington, onde fez 0°C; a neve provocou o fechamento de escolas na cidade
Foto: AP
Fonte Terra
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Represa que põe cidades de SP em alerta terá novo aumento de vazão
Descarga no Rio Jaguari passará de 60 para 80 m³ por segundo.
Jaguariúna, Amparo, Pedreira e Bragança Paulista foram avisadas.
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) informou às 21h desta segunda-feira (17) que aumentará a vazão descarregada no Rio Jaguari, de 60 metros cúbicos por segundo para 80 metros cúbicos por segundo a partir das 7h de desta terça-feira (18).
O aumento do volume vai atingir as cidades de Amparo, Pedreira, Jaguariúna e Bragança Paulista, que estão em estado de alerta desde sábado (15), quando a Sabesp aumentou a vazão do mesmo rio de 40 metros cúbicos por segundo para 60 metros cúbicos por segundo. No fim de semana, a Defesa Civil dessas cidades avisou a população por carros de som e retirou moradores das áreas de risco para abrigos, mas, com a normalização dos rios, parte deles voltou aos bairros.
A Sabep informou que a medida é necessária por causa do volume de chuvas na bacia da Represa Jaguari-Jacareí, localizada em Vargem, divisa com Minas Gerais. A decisão foi adotada após análise com os reguladores Departamento de Água e Energia Elétrica (DAEE) e Agência Nacional de Águas (ANA).
Segundo a Sabesp, a represa continua desempenhando retenção das chuvas como piscinão, o que evita a ocorrência de trombas d'água. O volume retido tem sido de até 960 metros cúbicos por segundo, enquanto a liberação será aumentada para 80 metros cúbicos por segundo.
Segundo a Sabesp, a represa continua desempenhando retenção das chuvas como piscinão, o que evita a ocorrência de trombas d'água. O volume retido tem sido de até 960 metros cúbicos por segundo, enquanto a liberação será aumentada para 80 metros cúbicos por segundo.
Segundo a Sabesp, a Represa Paiva Castro, próxima ao município de Franco da Rocha, teve vazão reduzida de 5 metros cúbicos por segundo para dois metros cúbicos por segundo. A Paiva Castro já atingiu o seu nível operacional normal, de 47% de sua capacidade.
Fonte G1
domingo, 16 de janeiro de 2011
Número de mortos na Região Serrana do RJ chega a 672
Segundo balanço da polícia, 661 corpos
já foram identificados.
Fonte G1
Saúde de Nova Friburgo se prepara para conter epidemia de doenças relacionadas às enchentes
As doenças típicas de enchentes como leptospirose e hepatite A preocupam as autoridades de Nova Friburgo, na região serrana do Rio. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, nenhum caso foi registrado até este sábado (15), mas nos próximos dias as vítimas das chuvas devem procurar as unidades de atendimento com os sintomas das doenças, já que elas levam em torno de cinco a sete dias para se manifestar. A tragédia em Nova Friburgo já completa cinco dias.
A secretária municipal de saúde, Jamila Kalil Salim, diz que as unidades do município, inclusive os hospitais de campanha da Marinha e Defesa Civil, já estão preparadas para diagnosticar e tratar as doenças pós-enchentes. Ela lembra que não existe vacina para a leptospirose, que é transmitida pela urina e fezes de rato e hepatite A cujo contato acontece pela água contaminada. Ela diz que o diagnóstico rápido facilita o combate a essas enfermidades.
- Nós estamos nos preparando para tratar os possíveis casos de leptospirose e hepatite A. Quanto ao tétano, doença que pode ser causada em ferimentos por tétano, por exemplo, nós estamos distribuindo a antitetânica nos postos de saúde e também nos hospitais de campanha. Inclusive estamos levando as doses da vacina para os postos de saúde nos distritos mais arrasados pelas chuvas.
Segundo a secretaria cerca de 5.000 doses de vacina foram enviadas do Ministério da Saúde para Nova Friburgo. Mas Jamila confessa que a chuva forte que voltou a cair na cidade na tarde do sábado pode atrapalhar os planos do governo.
- Estávamos contando que a chuva fosse estacionar e assim ganharíamos tempo para o diagnóstico dessas doenças pós-enchentes. Mas a chuva pode fazer novas vítimas e a prioridade nesses casos são pacientes com traumas e fraturas graves.
FonteR7
A secretária municipal de saúde, Jamila Kalil Salim, diz que as unidades do município, inclusive os hospitais de campanha da Marinha e Defesa Civil, já estão preparadas para diagnosticar e tratar as doenças pós-enchentes. Ela lembra que não existe vacina para a leptospirose, que é transmitida pela urina e fezes de rato e hepatite A cujo contato acontece pela água contaminada. Ela diz que o diagnóstico rápido facilita o combate a essas enfermidades.
- Nós estamos nos preparando para tratar os possíveis casos de leptospirose e hepatite A. Quanto ao tétano, doença que pode ser causada em ferimentos por tétano, por exemplo, nós estamos distribuindo a antitetânica nos postos de saúde e também nos hospitais de campanha. Inclusive estamos levando as doses da vacina para os postos de saúde nos distritos mais arrasados pelas chuvas.
Segundo a secretaria cerca de 5.000 doses de vacina foram enviadas do Ministério da Saúde para Nova Friburgo. Mas Jamila confessa que a chuva forte que voltou a cair na cidade na tarde do sábado pode atrapalhar os planos do governo.
- Estávamos contando que a chuva fosse estacionar e assim ganharíamos tempo para o diagnóstico dessas doenças pós-enchentes. Mas a chuva pode fazer novas vítimas e a prioridade nesses casos são pacientes com traumas e fraturas graves.
FonteR7
Tubarões levados pelas chuvas na Austrália aparecem em terra firme
Além dos crocodilos, a população afetada pelas inundações no leste da Austrália agora teme também os tubarões, avistados a 30 quilômetros dentro de terra firme no estado de Queensland.
A rádio ABC informou que vários habitantes do povoado de Goodna viram no sábado (15) dois tubarões touro, e outro apareceu na quinta-feira (13) pelas ruas submergidas de Brisbane, a terceira maior cidade do país.
O tubarão touro não frequenta as profundezas e tolera a água doce, por isso que ocasionalmente visita alguns rios.
As autoridades de Queensland confirmam que já há 17 mortos e continuam procurando 12 desaparecidas, após as piores enchentes no meio século.
Fonte G1
sábado, 15 de janeiro de 2011
Sabesp aumentará vazão da represa Jaguari na manhã deste sábado
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) informou na noite desta sexta-feira (14), que as comportas da represa Jaguari serão abertas às 7h deste sábado (15) para aumentar a vazão da água. Segundo a companhia, o nível limite de segurança da represa está prestes a ser alcançado, por isso é necessário abrir as comportas.
De acordo com comunicado da companhia, a Defesa Civil e as prefeituras de Jaguariúna, Pedreira, Amparo e Bragança Paulista foram avisadas do procedimento.
O objetivo do aumento da vazão é liberar espaço na represa por causa das chuvas previstas para os próximos dias. Ainda segundo a Sabesp, o “aumento de volume só terá efeito em Jaguariúna 20 horas após o início da nova descarga, ou seja, por volta das 3h do domingo, 16 de janeiro”.
Fonte G1
De acordo com comunicado da companhia, a Defesa Civil e as prefeituras de Jaguariúna, Pedreira, Amparo e Bragança Paulista foram avisadas do procedimento.
O objetivo do aumento da vazão é liberar espaço na represa por causa das chuvas previstas para os próximos dias. Ainda segundo a Sabesp, o “aumento de volume só terá efeito em Jaguariúna 20 horas após o início da nova descarga, ou seja, por volta das 3h do domingo, 16 de janeiro”.
Fonte G1
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Chuva no Rio mata mais de 335
Prefeitura de Teresópolis confirma 146 mortos. Nova Friburgo tem outros 155 casos e Petrópolis, 34
Fonte IG
Vai a 287 o nº de mortos pela chuva na região serrana do Rio
Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil
A madrugada foi de chuva fraca e sem registros de deslizamentos ou desabamentos em Teresópolis e Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. Em Nova Friburgo, onde as buscas não pararam, o sistema de comunicação segue funcionando de forma precária. Na manhã desta quinta-feira, autoridades confirmam que o número oficial de mortos subiu para 287.
Segundo a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro, os últimos 16 corpos foram encontrados em Teresópolis, que agora soma 146 vítimas. Em Nova Friburgo, as chuvas provocaram a morte de 107 pessoas e, em Petrópolis, de 34.
As buscas só foram interrompidas em Petrópolis, durante a madrugada, em decorrência da falta de energia elétrica. O Corpo de Bombeiros informou que os trabalhos serão retomados às 7h. Em Teresópolis e Nova Friburgo, os militares trabalharam sem interrupção.
De acordo com o 15º GBM (Petrópolis) o Vale do Cuiabá, um dos locais mais atingidos, teve as buscas interrompidas no trecho que liga Itaipava a Teresópolis, também em decorrência da falta de luz e da quantidade de lama. Os bombeiros voltam ao trabalho na manhã desta quinta-feira.
Em Teresópolis, a Defesa Civil informou que o trabalho de resgate das vítimas continua em nove dos 17 pontos atingidos pelas chuvas. As buscas serão intensificadas nos bairros de Barra de Imbuí e Espanhol, onde a situação é considerada crítica. A Secretaria de Meio Ambiente estima que ainda existam 25 desaparecidos.
Na tarde de quarta-feira, o governador Sérgio Cabral pediu ajuda à Marinha para o trabalho de resgate. Os militares colocaram à disposição um helicóptero Super Puma e outro Esquilo, que se juntam a cinco aeronaves do governo do Estado e que terão a missão de fazer o transporte de pessoal e equipamentos.
Em resposta ao pedido de ajuda do Rio e de São Paulo, também atingido pela chuva, a presidente Dilma Rousseff anunciou a liberação de R$ 780 milhões. Para ter a dimensão dos estragos, Dilma vai sobrevoar as áreas atingidas nesta quinta-feira.
DoaçõesA prefeitura de Teresópolis disponibilizou uma conta corrente no Banco do Brasil para receber doações e ajudar as famílias atingidas pelo temporal. Com o nome "SOS Teresópolis - Donativos", ela está disponível na agência 0741-2 do Banco do Brasil, com o número 110000-9.
Outras doações, como alimentos, roupas, cobertores, colchonetes e itens de higiene pessoal - como sabonete, pasta de dentes, fralda descartável e absorvente higiênico podem ser entregues no Ginásio Pedrão, na rua Tenente Luiz Meirelles, número 211.
Tempo
Para a meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Marlene Leal, os moradores têm motivos para se preocupar, já que as chuvas devem continuar atingindo a região até o próximo sábado. "Existe naturalmente um corredor de baixa pressão atmosférica vindo de Minas Gerais e que favorece a intensificação das chuvas na Região Serrana do Rio, na divisa com Minas. Uma frente fria vinda do Sudeste, que já atua em Minas, Goiás e São Paulo é a que agora está no Rio", disse.
Para a meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Marlene Leal, os moradores têm motivos para se preocupar, já que as chuvas devem continuar atingindo a região até o próximo sábado. "Existe naturalmente um corredor de baixa pressão atmosférica vindo de Minas Gerais e que favorece a intensificação das chuvas na Região Serrana do Rio, na divisa com Minas. Uma frente fria vinda do Sudeste, que já atua em Minas, Goiás e São Paulo é a que agora está no Rio", disse.
Fonte Terra
Em cenário "pós-guerra", Queensland tem 14 mortos por cheias
Restaurantes ficam submersos no bairro de Santa Lúcia
Foto: Reuters
As autoridades australianas comunicaram nesta quinta-feira que já são 14 os mortos pelas inundações no estado de Queensland, que também deixaram 200 mil desabrigados na metade oriental do país.
Um jovem de 24 anos tragado por um esgoto quando tentava visitar o pai se tornou a primeira vítima fatal das enchentes em Brisbane, a terceira maior cidade da Austrália e onde na madrugada desta quinta houve um novo aumento no nível do rio homônimo.
Apesar da alta, o nível do rio Brisbane ficou 1 m abaixo dos 5,5 do máximo previsto pelas autoridades, o que teria colocado em perigo toda a área metropolitana, de dois milhões de habitantes. O alívio não evitou uma enorme esteira de destruição, e se mantém o estado de alerta em todos os estados da Austrália, à exceção do território da capital federal, Camberra.
Quase 14.500 casas e estabelecimentos de Brisbane estão totalmente submersos, além de outros 19.700 parcialmente inundados, enquanto 100 mil imóveis estão sem eletricidade e a provisão de água potável é intermitente.
"Alguns moradores poderão retornar a suas casas em dois dias; outros terão que esperar meses. Os mais desafortunados, jamais poderão", lamentou a chefe do governo de Queensland, Anna Bligh. "Cerca de 75% do nosso estado experimentou um alto nível de destruição com as furiosas enchentes, e agora teremos pela frente uma reconstrução de proporções de pós-guerra", acrescentou Bligh.
Já estão inundados ou isolados 70 cidades ou povoados, com 2,5 milhões de pessoas afetadas. Ao sul de Queensland, as enchentes já deixaram isoladas 4.500 pessoas no estado de Nova Gales do Sul, e a previsão é que cheguem a Victoria.
O número de mortos desde novembro subiu para 23, e os especialistas acreditam que o impacto na economia australiana será superior ao deixado em 2005 pelo furacão Katrina nos Estados Unidos.
Fonte Terra
Vulcão Etna entra em erupção na Ilha da Sicília na Itália
Itália - 6h16 - Vulcão Etna entra em erupção e cospe lava. Localizado na ilha da Sicília, o Etna é vulcão mais alto e mais ativo da Europa
Fonte Terra
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Chuvas no Rio matam mais de 60
Foto: Agência O Globo
As fortes chuvas que atingiram o Estado do Rio de Janeiro entre a noite de terça-feira e a madrugada desta quarta já deixaram pelo menos 63 mortos, além de centenas de desabrigados, segundo informações das autoridades locais. As cidades mais afetados são Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis, todas na Região Serrana. Ainda há pessoas desaparecidas e as equipes continuam os trabalhos de resgate.
Fonte Ig
SP: Franco da Rocha fica embaixo d´água e moradores usam botes
A cidade de Franco da Rocha, a cerca de 40 km da capital paulista, continua embaixo d´água e isolada, nesta quarta-feira, após as fortes chuvas registradas na madrugada de terça-feira.Diversos bairros do centro da cidade estão totalmente alagados e os poucos moradores que se arriscam a sair de casa precisam utilizar botes. De acordo com a Defesa Civil, as duas entradas para a cidade - de Mairiporã e Caieiras - estão inacessíveis.
Fonte Ig
Fonte Ig
RJ: Teresópolis tem 48 mortos, diz prefeito
O prefeito de Teresópolis, Jorge Mário, confirmou em entrevista ao RJ TV a morte de 48 pessoas em deslizamentos de terra. Outras 7 morreram em Nova Friburgo, incluindo uma criança; e duas em Petrópolis.
Jorge Mário disse que Teresópolis tem mais de 500 desabrigados e ao menos 15 bairros afetados pela chuva. "Essa é a maior catástrofe da história do município", afirmou.
Em Nova Friburgo, segundo os bombeiros, uma mulher foi arrastada pela enxurrada no bairro Vila Amélia. Na rua São Roque, no bairro Alto de Olaria, o desabamento de um prédio de três andares matou uma menina, de cerca de 9 anos, e um homem, de 67 anos.
Bombeiros continuam procurando por possíveis vítimas que estejam debaixo dos escombros, já que a informação de vizinhos é de que três famílias moravam no local. Há informações de que três pessoas estão desaparecidas. Segundo a Defesa Civil municipal, o edifício está localizado em uma área próxima a encostas e as fortes chuvas que atingem o município desde a noite de terça-feira podem ter abalado a sua estrutura.
Fonte Ig
Tempestades isoladas devem atingir a Grande SP nesta quarta-feira.
A quarta-feira amanheceu com sol entre nuvens na Grande SP, ao longo do dia o sol continua entre nuvens, mas entre a tarde e a noite as pancadas de chuva forte retornam com isso alerta-se para deslizamentos de terra e inundações.
Nova York decreta emergência diante de nova nevasca
Neve cai nas proximidades do Madison Square Garden, em Nova York
Foto: Reuters
Fonte Terra
São Paulo amanhece com 16 pontos de alagamento
A cidade de São Paulo amanheceu nesta quarta-feira sem chuva, mas com 16 pontos de alagamento provocados por precipitações ocorridas durante a madrugada, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE). Por volta das 7h, seis pontos estavam ativos. Na região metropolitana, outro alagamento mantinha interrompida até as 7h30 a circulação de trens no trecho entre Caieiras e Franco da Rocha, da Linha 7-Rubi, segundo informou a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
A companhia acionou o sistema Paese, de transporte gratuito por ônibus, para os passageiros seguirem viagem. Os usuários são orientados através de cartazes e pelo sistema de som da CPTM.
Na capital, apenas um ponto de alagamento era considerado intransitável às 7h, na rua Newton Prado, no bairro da Mooca, na zona leste. Os demais, apesar de transitáveis, estavam localizados em área de grande fluxo de veículos, como a Marginal do Rio Tietê próximo à ponte das Bandeiras, no sentido Ayrton Senna-Castelo Branco, podendo dificultar o tráfego neste começo de manhã.
O CGE chegou até a declarar estado de atenção para os bairros da Zona Norte e Leste, Centro e também na Marginal Tietê por volta das 3h da madrugada.
De acordo com a Climatempo, a instabilidade que avançou do interior para a Grande SP e capital na madrugada foi o que provocou chuva moderada a forte, principalmente nas áreas norte e leste da capital. Choveu forte também nas cidades das zonas oeste, norte e leste da Grande SP. Em Guarulhos, além da chuva forte por volta de 4h, havia muitas descargas elétricas.
Até o início da madrugada desta quarta-feira, 14 mortes foram contabilizadas pelo Corpo de Bombeiros e Polícia Militar na Grande São Paulo e interior do Estado por causa das chuvas que começaram a cair ainda na noite de segunda-feira. A última confirmação de óbito foi em Iperó, depois que um homem de 43 anos foi arrastado pelas águas de um córrego ao tentar atravessar uma ponte a cavalo.
Somente em janeiro, a chuva que atinge a região Sudeste do Brasil já deixou 22 pessoas mortas. São Paulo é o Estado que registra o maior número de óbitos e municípios atingidos: 18 e 39, respectivamente. Minas Gerais registra um óbito e 35 cidades afetadas, enquanto no Rio de Janeiro há três mortes e um município atingido. Os dados são da Secretaria Nacional de Defesa Civil.
Fonte Terra
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Enchentes deixam mais de 90 desaparecidos no norte da Austrália
Milhares de moradores da terceira maior cidade da Austrália deixaram suas casas na quarta-feira (horário local), já que grandes enchentes ameaçavam inundar o distrito financeiro, além de provocar pânico na compra de comida e deixar autoridades desesperadas na busca por mais de 90 desaparecidos.
As maiores enchentes em décadas já mataram até agora 14 pessoas desde que deram início no mês passado à sua marcha devastadora pelo Estado minerador de Queensland, no norte do país. A catástrofe afetou a indústria do carvão de coque, destruiu a infraestrutura, levou a moeda local à mínima de quatro semanas e ameaçava colocar um freio na economia.
Com o pico das inundações previsto na quinta-feira para Brisbane, capital de Queensland, cidade de dois milhões de habitantes, as equipes de resgate aproveitavam os raros raios de sol da quarta-feira para procurar aqueles que ainda estavam desaparecidos devido às enchentes similares a um tsunami, que destruíram cidades da região nesta semana. "Acho que todos nós ficaremos chocados com o que eles encontrarão nessas cidades atingidas por aquele tsunami", afirmou a premiê do Estado de Queensland, Anna Bligh, a um canal de televisão.
A piora da situação está forçando economistas a aumentar as estimativas do impacto econômico. Um membro do conselho do Banco Central teria dito que o desastre poderá custar o equivalente a 13 bilhões de dólares australianos, o dobro da previsão inicial. Em Brisbane, milhares de casas e negócios foram inundados, forçando moradores a abandonar seus lares com apenas alguns pertences em direção a áreas mais altas e abrigos.
Segundo o prefeito Campbell Newman, o número de casas provavelmente atingidas pelas enchentes subiu para 19,7 mil, sendo até 45 mil pessoas afetadas. O Exército está operando voos de resgate com helicópteros. Barragens construídas para proteger comunidades estão a ponto de romper.
A companhia Energex desligou o fornecimento de energia para algumas áreas mais baixas de Brisbane, incluindo partes do distrito financeiro, para proteger vidas e propriedades. Anna disse que o rio Brisbane, que atravessa o centro da cidade, deve atingir sua capacidade máxima na quinta-feira à tarde (quarta-feira no Brasil), e que milhares de propriedades devem ser inundadas até lá. Mas, pediu calma. "Mais para frente desta região, esse rio já está criando o caos, aterrorizando as pessoas e provocando danos", afirmou.
Barcos à deriva e grandes troncos podiam ser vistos boiando no rio Brisbane. O sol parecia oferecer uma breve trégua, permitindo que os helicópteros de resgate retomassem os voos. A primeira-ministra Julia Gillard viajou à cidade para inspecionar a devastação e disse que estava profundamente preocupada com o impacto das enchentes nos empregos.
"Estou chocada. Acho que todos estamos chocados pelas imagens daquele muro de água causando tal devastação. As dimensões são verdadeiramente incompreensíveis", afirmou Gillard. "Teremos que trabalhar com o impacto econômico a longo prazo para Queensland, e claro, uma a grande força-tarefa de reconstrução da infraestrutura quando as enchentes diminuírem."
Fonte Terra
Chuva causa alagamentos em Porto Alegre
A chuva forte que atingiu Porto Alegre (RS) na tarde desta terça-feira provocou alagamentos em diversos pontos da capital gaúcha, de acordo com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). Por volta das 15h20, havia congestionamentos e problemas em semáforos. A EPTC informou também que o arroio Dilúvio transbordou em frente à Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) , na avenida Ipiranga, uma das principais da cidade.
A avenida Érico Veríssimo, entre a rua General Caldwell e a avenida Ipiranga, estva intransitável às 16h10 devido ao grande acúmulo de água. A avenida Cristóvão Colombo, no bairro Floresta, ficou alagada por cerca de 10 minutos entre a rua Doutor Timóteo e a avenida Pernambuco. Na rua Félix da Cunha, próximo ao clube Leopoldina Juvenil, uma árvore caiu sobre um carro. O Corpo de Bombeiros informou, por volta das 15h15, que não havia recebido nenhum chamado referente ao mau tempo.
A chuva causou alagamentos ainda na rua Sarmento Leite, próximo à rua Engenheiro Luiz Englert, nas proximidades do campus Centro da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); na rua Garibaldi, próximo a avenida Osvaldo Aranha; na avenida Bento Gonçalves com as avenidas Aparício Borges e Princesa Isabel, e com a rua Barão do Amazonas, e na avenida Érico Veríssimo com a Azenha. Também foi registrado acúmulo de água nos cruzamentos com a avenida Protásio Alves com as ruas Dona Leonor e Neuza Goulart Brizola.
O temporal ainda causou problemas nos semáforos do cruzamento das avenidas Ipiranga e Borges de Medeiros e da região do triângulo da avenida Assis Brasil, nas proximidades da avenida Baltazar de Oliveira Garcia.
Fonte Terra
Sobe para 13 o número de mortos por chuva no Estado de SP
Em meio aos destroços, menino recolhe seus pertences na Rua Ibiraiaras, Jardim Vista Alegre
Foto AE
Já chegam a 13 os mortos pela forte chuva que atingiu o Estado de São Paulo entre a madrugada de segunda-feira e a manhã desta terça, segundo as últimas informações do Corpo de Bombeiros. A corporação afirma que duas vítimas morreram afogadas e outras 11 foram soterradas. O número ainda pode aumentar já que há desaparecidos
Em menos de 24h, o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) afirma que a capital paulista foi atingida por 68,8mm de chuva, o equivalente a 29% do esperado para janeiro. Se considerado desde o início do ano, o acumulado representa 93% do previsto.
Na madrugada, foram registrados 76 pontos alagamentos e, nesta manhã, outros 49. Por volta das 12h30, a situação já estava melhor e restavam apenas três alagametnos ativos. Por conta da chuva, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) suspendeu o rodízio municipal de veículos durante todo o dia.
Fonte IG
São Paulo registra 49 pontos de alagamentos no começo da manhã
A cidade de São Paulo registrava por volta das 7h50 desta terça-feira 49 pontos de alagamento, sendo que 33 eram intransitáveis. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da prefeitura, a pior situação era na Marginal Tietê, onde havia alagamentos em vários pontos.
De acordo com o CGE, a Marginal permanecia em estado de alerta desde a madrugada por causa do transbordamento do rio Tietê. Toda a zona norte da cidade permanecia em estado de atenção desde às 21h40 de segunda-feira por causa de alagamentos.
Nesta manhã, a chuva apresentava intensidade fraca em São Paulo, mas de acordo com a CGE, ainda pode haver novos alagamentos devido ao refluxo dos rios. O órgão alertou para o solo encharcado que mantém elevado o risco de inundações e deslizamentos de terra.
Fonte Terra
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Degelo causa inundações na Alemanha
O degelo na região oeste da Alemanha elevou os níveis dos rios Rin e Mosela, causando inundações
Foto: EFEFonte Terra
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