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terça-feira, 19 de março de 2013

Mais 3 corpos são achados e número de mortos em Petrópolis chega a 24

Local onde os corpos das três crianças foram encontrados nesta terça-feira (Foto: Tássia Thum / G1)Equipe trabalha próximo ao córrego onde os corpos das três crianças foram achados (Foto: Tássia Thum/G1)

Subiu para 24 o número de mortos em consequência da chuva em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, segundo informou na tarde desta terça-feira (19) a assessoria da Secretaria de Estado de Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros. Até as 15h30, horário do envio da nota do Governo do estado, não havia informações sobre a identificação dos mortos.
Mais cedo, três corpos – de dois meninos e uma menina – foram encontrados em um córrego na altura do km 82 da BR-040, no bairro Bingen. Segundo os bombeiros, os corpos percorreram cerca de um quilômetro desde o local do deslizamento que atingiu as crianças.
A chuva que atinge a região desde a noite de domingo (17) e que se intensificou na madrugada de segunda (18) já deixou outras 18 pessoas feridas e 1.466 desalojadas e desabrigadas.
A Prefeitura de Petrópolis contratou mais 100 pessoas para ajudar no trabalho de limpeza e recuperação da cidade.
Ao todo, 18 abrigos recebem pessoas que tiveram que deixar suas casas. Os locais precisam, de acordo com a administração municipal, de material de limpeza e higiene, como sabonete, papel higiênico, desinfetante, sabão em pó, além de colchonetes. O local para a entrega de doações é na rua Doutor Sá Earp, no Centro da cidade.

Por volta das 6h desta terça, os bombeiros retomaram as buscas pelos desaparecidos nos pontos mais críticos atingidos pelo temporal. Durante a madrugada, 18 sirenes foram acionadas nas comunidades como alerta.
Durante as 24 horas anteriores de chuva, o índice pluviométrico do bairro Quitandinha, o mais atingido pelo temporal, chegou a 428 milímetros, quase o dobro do esperado para todo o mês de março. Pelo menos quatro pessoas morreram nessa área. No bairro Independência foram confirmadas três mortes.
"Desde o início da operação, fizemos 37 ações de busca e resgate. Resgatamos 39 feridos e, lamentavelmente, na noite de ontem, computamos a décima sétima vítima fatal", informou o secretário estadual de Defesa Civil, Sérgio Simões, no início da manhã, antes da confirmação do aumento do número de mortos.
Presidente Dilma Rousseff dá entrevista em Roma, depois de participar da missa de inauguração do Papa (Foto: Juliana Cardilli)Presidente Dilma Rousseff dá entrevista em Roma
e fala sobre as chuvas no RJ (Foto: Juliana Cardilli)
Não deixar construir. Não pode deixar construir. Em uma questão de emergência, a pessoa tem que sair. Tem que ter essa consciência"
Dilma Rousseff


Dilma havia afirmado ontem que "vão ter de ser tomadas medidas um pouco mais drásticas para que as pessoas não fiquem nas regiões que não podem ficar, porque aí não tem prevenção que dê conta".
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (19), ao ser perguntada por jornalistas sobre quais seriam as medidas "um pouco mais drásticas", defendidas por ela na segunda, para evitar desastres causados pela chuva, que não se pode "deixar construir" em áreas de risco.
Nesta terça, ela voltou a comentar sobre o assunto, pouco antes de participar de uma reunião com o presidente da Eslovênia, Borut Pahor, em Roma. "Não deixar construir. Não pode deixar construir. Em uma questão de emergência, a pessoa tem que sair. Tem que ter essa consciência", afirmou a presidente.
Na manhã desta segunda, Dilma ligou para o governador Sérgio Cabral oferecendo ajuda. No Brasil, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi mobilizada para, segundo a presidente, prover "todos os recursos necessários para que não haja mais vítimas".
Na tarde de segunda, o prefeito de Petrópolis, Rubens Bomtempo, recebeu o governador Sergio Cabral, parte do secretariado estadual (Defesa Civil, Obras, Assistência Social, Educação, Cultura, Agricultura, Transportes e Governo) e mais a presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, com três representantes do órgão, para dar início às ações conjuntas.
Junto com os R$ 200 mil liberados por Bomtempo para a realização de compras emergenciais de colchões, cobertores, alimentos, água potável e produtos de higiene pessoal, por meio do Fundo de Assistência Social, o governo do Estado afirmou que vai destinar mais R$ 3 milhões para dar continuidade às ações.
Chuva matou mais de 900 em 2011
Em janeiro de 2011, as chuvas fortes que atingiram a Região Serrana do Rio de Janeiro a partir da noite do dia 11 provocaram deslizamentos de morros e enxurradas com velocidade de até 180 km/h, de acordo com especialistas. Estradas e pontes foram destruídas, e bairros inteiros ficaram isolados.
Mais de 900 pessoas morreram, e cerca de 400 mil moradores ficaram desabrigados. Nova Friburgo teve mais de 420 vítimas, e Teresópolis registrou mais de 380 mortos. Em Petrópolis, mais de 70 corpos foram encontrados.
Bairros alagados em Duque de Caxias
Sem chuva desde a madrugada desta terça-feira (19), moradores das áreas mais atingidas do município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, começam a tentar limpar suas casas e contabilizar os prejuízos. A forte chuva que caiu no final da noite de domingo (17) até a noite de segunda-feira (18), deixou até as 9h da manhã desta terça-feira 115 pessoas de 32  famílias desalojadas no município. As informações são do major Vilson Santos, da Defesa Civil municipal.
Embora o nível da água nas ruas já tenha baixado bastante, ainda havia inúmeras áreas alagadas e trechos onde o Corpo de Bombeiros utiliza até um barco para chegar aos moradores. Segundo a Defesa Civil, a situação ainda é crítica em bairros como Parque Paulista, Jardim Anhangá, Santa Cruz da Serra, Bossa Nova, Chácara do Arcano e Parada Morabi. Em Xerém, segundo o major, a situação é bem mais tranquila, mas os rios Roncador e Capivari ainda estão em alerta máximo, quando há risco de transbordamento.
A União aprovou a destinação de R$ 12 milhões para os trabalhos da Defesa Civil de Duque de Caxias, para as obras de reconstrução e recuperação da cidade. O dinheiro será usado para a recuperação de algumas ruas e de uma ponte.
Fonte G1



segunda-feira, 18 de março de 2013

Sobe para 16 o número de mortos em Petrópolis; 560 estão em abrigos


Subiu para 16 o número de mortos e para 18 o de feridos em decorrência da chuva em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura de Petrópolis informou por volta das 18h30 desta segunda-feira (18). A contabilidade anterior, divulgada às 10h pelo secretário estadual de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, dava conta de 13 mortos.
O número de ocorrências registradas pela Defesa Civil subiu para 368. Os rios Piabanha e Quitandinha também continuam em alerta máximo, sob risco de transbordamento em alguns pontos do Centro Histórico. Já o número de pessoas alojadas nos 18 pontos de apoio soma 560 ou cerca de 140 famílias. O índice pluviométrico do bairro Quitandinha, o mais atingido, chegou a 428 milímetros nas últimas 24 horas, quase que o dobro do esperado para o mês inteiro.

O prefeito Rubens Bomtempo decretou três dias de luto oficial no município, além da suspensão das aulas da rede municipal de educação pelo mesmo prazo. Bomtempo garantiu, no entanto, que essa é uma emergência e que as aulas serão repostas em momento oportuno, sem prejuízos para o calendário escolar.
Dois técnicos da Defesa Civil estão entre as vítimas. Eles trabalhavam no resgate de desaparecidos na Vila São Joaquim, próximo à Rua Espirito Santo, no bairro Quitandinha, e acabaram soterrados. São eles: Fernando Fernandes de Lima, 44 anos, era especialista na área e já foi subcoordenador de Defesa Civil;  e Paulo Roberto Filgueiras, 37 anos, técnico em enfermagem também especialista em resgates, presidente do grupo de voluntários Anjos da Serra.  Ambos possuíam vários cursos de especialização em Defesa Civil e já prestaram serviço como voluntários. “Eles representam uma multidão de pessoas que entregam suas vidas ao resgate de vítimas, eram líderes em suas tarefas. Sofremos por cada vida que se perdeu hoje”, lamentou o secretário chefe da Defesa Civil, tenente coronel Rafael Simão.

Deslizamento de terra em bairro de Petrópolis (Foto: Isabela Marinho/G1)Deslizamento de terra em bairro de Petrópolis (Foto: Isabela Marinho/G1)
Noventa e uma pessoas, entre voluntários e funcionários da Defesa Civil, estão pelas ruas auxiliando nas vistorias das ocorrências. Além disso, cerca de 250 bombeiros do Estado estão na cidade. O prefeito também determinou, desde a madrugada desta segunda-feira (18), a criação de uma força tarefa com a contratação de mais 500 pessoas para uma frente emergencial de trabalho.
O maquinário utilizado pelo INEA no desassoreamento dos rios também já está a serviço da Prefeitura. “A Ministra Gleisi Hoffmann foi designada pela presidente Dilma Roussef a acompanhar a situação de Petrópolis”, disse Cabral, “e vai estudar a chamada compra assistida para soluções mais rápidas na área de habitação”.Por volta de 12h30 desta segunda-feira, o prefeito Bomtempo recebeu o governador Sergio Cabral, parte de seu secretariado (Defesa Civil, Obras, Assistência Social, Educação, Cultura, Agricultura, Transportes e Governo) e mais a presidente do INEA, Marilene Ramos, com três representantes do órgão, para dar início às ações conjuntas. Junto com os R$ 200 mil liberados por Bomtempo para a realização de compras emergenciais de colchões, cobertores, alimentos, água potável e produtos de higiene pessoal, por meio do Fundo de Assistência Social, o governo do Estado afirmou que vai destinar mais R$ 3 milhões para dar continuidade às ações.
Fonte G1

sexta-feira, 15 de março de 2013

Fim da manhã com sol e temperaturas em elevação

A manhã desta sexta-feira (15) segue com sol e temperaturas em elevação. Nas estações meteorologistas automáticas do CGE, os termômetros marcam 25ºC em média. A umidade relativa do ar oscila em torno de 60%. O estado é de observação na Cidade.

Imagens de radar não mostram chuvas na Capital paulista. Porém no período da tarde são esperadas chuvas que podem variar entre leve e moderada. Não há condição para temporais, mas devido ao solo ainda úmido podem ocorrer a formação de alagamentos transitáveis em São Paulo.

TENDÊNCIA PARA OS PRÓXIMOS DIAS:

O fim de semana segue instável, devido a propagação de uma área de baixa pressão pelo Estado de São Paulo. O sol aparece entre nuvens e as temperaturas entram em elevação, porém retornam as chuvas na forma de pancadas mais generalizadas no final das tardes.

No sábado (16) o sol aparece entre nuvens e favorece a elevação das temperaturas. As mínimas oscilam em torno dos 19ºC, enquanto que as máximas podem superar os 27ºC. No final do dia a nebulosidade aumenta e ocorrem chuvas na forma de pancadas com trovoadas, rajadas de vento e potencial para a formação de alagamentos.

O domingo (17) segue com tempo instável na Grande São Paulo. O sol aparece entre nuvens e os termômetros devem variar entre mínimas de 20ºC e máximas de 26ºC. As chuvas na forma de pancadas devem se concentrar no período da tarde com descargas elétricas e rajadas de vento, o que eleva os riscos para formação de alagamentos e deslizamentos de terra na Capital paulista.
Fonte CGE

terça-feira, 12 de março de 2013

Combinação calor e umidade alta provoca pancadas de chuva nas próximas horas

A tarde da terça-feira (12) prossegue com sol entre nuvens e termômetros em torno dos 30ºC na Capital paulista. Neste momento, de acordo com imagens de radar não há chuva na região metropolitana. Segundo informações da rede de estações meteorológicas do CGE, a umidade relativa do ar está acima dos 50%. 

Nas próximas horas, áreas de instabilidade que se deslocam do interior para a Grande São Paulo provocam pancadas de chuva em pontos isolados e com até forte intensidade. Há potencial para rajadas de vento, descargas elétricas e ocorrências de alagamento. 

Tendência para os próximos dias:
A intensificação de uma área de baixa pressão sobre a Região Sul vai formar uma frente fria entre os estados do Paraná e de São Paulo. Por conta disso, no decorrer da quarta-feira (13), o vento que sopra do quadrante noroeste terá moderada a forte intensidade com rajadas em torno dos 50Km/h. A partir da tarde, o sistema frontal se aproxima e acontecem pancadas de chuva com forte intensidade. As precipitações serão mais generalizadas, aumentando o potencial para formação de alagamentos. O ar continua abafado. Os termômetros oscilam entre a mínima de 20ºC e a máxima de 28ºC. 

Na quinta-feira (14), a frente fria se afasta, porém o vento úmido que passa a soprar do oceano favorece a formação de muitas nuvens baixas e chuva ocasional na região metropolitana. Não há previsão de novos temporais. A temperatura cai e no final do dia a sensação será de frio. Mínima 18ºC e máxima de 23ºC.
Fonte CGE

segunda-feira, 11 de março de 2013

Terremoto de 5.2 na escala Ritcher atinge Indian Wells e assusta jogadores


Estádio central de Indian Wells - Foto: Victor Decolongon / AFP
Um terremoto de 5.2 na escala Ritcher atingiu na manhã desta terça-feira a cidade de Indian Wells, na Califórnia. Embora os efeitos tenham sido brandos, sem danos ao local, imediatamemte os tenistas que disputam o Masters 1000 de Indian Wells se manifestaram através das redes sociais para comentarem a experiência.

- Acabo de sentir um terremoto em Indian Wells... Espero que todos estejam bem - escreveu o suíço Roger Federer no Facebook.

- Incrível, há minutos houve um tremor de 5.2 em Indian Wells. Por sorto não houve maiores danos onde estamos - relatou o argentino Carlos Berlocq no Twitter.

O duplista brasileiro Marcelo Melo também usou o Twitter para comentar:

- Acabou de ter um terremoto aqui em Indian Wells. Estávamos no quarto, não foi muito forte, mas deu para sentir a cama mexendo.

A dinamarquesa Caroline Wozniacki foi outra a se expressar pelo Twitter:

- Tive a experiência de um grande terremoto agora..Uau...nervosa.

Sem danos à estrutura do torneio, o Masters 1000 de Indian Wells prossegue normalmente nesta quarta-feira.
Fonte iG

sexta-feira, 8 de março de 2013

SP registra nebulosidade e temperatura amena

A noite na cidade de São Paulo transcorre com temperatura amena e sem chuvas. Conforme dados das estações meteorológicas automáticas do CGE, a temperatura média nos bairros paulistanos oscila em torno dos 22ºC. Apesar da grande quantidade de nuvens, não há previsão de chuva para as próximas horas.

O final de semana promete ser típico de verão, com tempo quente e ensolarado, temperaturas que ultrapassam facilmente os 30ºC e umidade relativa do ar entre 30% e 40%. As chuvas ocorrem preferencialmente entre a tarde e a noite, associadas ao calor e à entrada do ar mais frio do mar em direção à faixa leste do Estado paulista.

Os temporais nesta época do ano são caracterizados por chuvas fortes e sempre acompanhados de muitos raios e rajadas de vento. Portanto, alerta-se para o elevado risco de formação de alagamentos, assim como transbordamento de pequenos córregos e rios.
Fonte CGE

Chuva alaga e causa trânsito recorde


Futura Press
Rua Juca Mulato, região do Ibirapuera em São Paulo (SP), é uma das regiões alagadas pela chuva na sexta-feira
(O Centro de Gerenciamento de Emergências da prefeitura encerrou o estado de atenção em São Paulo às 17h15, após a chuva forte que caiu por toda a cidade nesta sexta-feira (8). O estado de atenção começou na Zona Leste às 13h50 e às 15h50 já atingia todas as regiões da cidade. 

A capital paulista teve no início da noite de hoje (8) o maior congestionamento do ano, com 261 quilômetros de vias engarrafadas. Ainda há problemas em muitos semáforos da cidade. 

O sistema de trens também enfrentou problemas. Na Linha 12 Safira, que passa pela zona leste da capital, parte dos passageiros foi transportado em ônibus devido aos danos causados por um raio à rede de alimentação elétrica dos trens. Na Linha 9 Esmeralda, que liga a zona oeste a zona sul, o sistema de sinalização foi danificado, também por um raio. Com isso, os trens tiveram de trafegar com velocidade reduzida. 

A tempestade também causou falta de luz em pelo menos três bairros da capital: Moema, na Zona Sul e Vila Madalena e Sumaré, na Zona Oeste. Em Moema, o Corpo de Bombeiros enviou duas viaturas para socorrer pessoas ilhadas em um prédio de dois andares, que teve o piso térreo tomado pela água. 
A chuva também causou o fechamento do aeroporto de Congonhas às 15h08, por quase uma hora. Às 16h as decolagens foram permitidas e às 16h27 o aeroporto foi aberto também para pousos. Às 20h, o terminal tinha 29,7% dos 212 voos de hoje atrasados e 6,6% de cancelamentos.
Evaldo Fortunato/Futura Press
Imagem mostra nuvens carregadas e raios na tarde desta sexta-feira (8), na zona leste da cidade de São Paulo
Segundo os meteorologistas do CGE, o final de semana promete ser típico de verão, com tempo quente e ensolarado, temperaturas que ultrapassam facilmente os 30ºC e umidade relativa do ar entre 30% e 40%. As chuvas ocorrem preferencialmente entre a tarde e a noite, associadas ao calor e à entrada do ar mais frio do mar em direção à faixa leste do Estado paulista. 
J. Duran Machfee/Futura Press
Chuva forte atingiu a cidade de São Paulo nesta sexta-feira (8)

Fonte iG

terça-feira, 5 de março de 2013


O vulcão Plosky Tolbachik, no leste da Rússia, expele lava desde novembro depois de ficar 30 anos inativo , criando rios de lava em meio à neve. As autoridades lançaram um alerta na região para que as pessoas fiquem longe do local. Mas, apesar do perigo, a beleza da erupção já atraiu muitos turistas .
O vulcão fica na Península de Kamchatka, uma das regiões vulcânicas mais ativa do mundo. E, nestes meses de erupção, expeliu gás e cinza a uma altura de até quatro quilômetros. Ainda não se sabe quanto tempo essa última erupção do Plosky Tolbachik vai durar.
Fonte iG


Temporal deixa Rio em alerta


A Prefeitura do Rio recomendou à população que evite sair às ruas na noite desta terça-feira (5), já que temporal atingiu a cidade a partir das 19h, deixando várias locais sem energia elétrica, com pontos de alagamento e tráfego caótico. Próximo das 21h, os acessos à Praça da Bandeira, na Zona Norte, estavam fechados por medida de precaução. Por volta das 21h30, a chuva começou a enfraquecer, de acordo com o Centro de Operações.
O Aeroporto Santos Dumont chegou a ficar fechado para pousos e decolagens das 20h07 às 20h45. Desde então, opera por instrumentos, assim como o Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão).
Raios na Tijuca durante o temporal (Foto: Marcos Estrella/ TV Globo)Raios na Tijuca durante o temporal (Foto: Marcos Estrella/ TV Globo)











O motorista encontrou dificuldades na Avenida Brasil, em ambos os sentidos, na altura do Canal do Cunha, por causa de acúmulo de água na pista. Um bolsão d'água também prejudicou a passagem dos carros frente ao Engenhão, no Subúrbio.Por volta das 20h, houve registro de chuva muito forte na Grota Funda, no Méier,  na Penha, Tijuca, São Cristóvão, Barra da Tijuca, Recreio, Laranjeiras  e em Guaratiba.
Interdições
Em Realengo, na Zona Oeste, uma queda de árvore interditou uma faixa da Rua Bernardo de Vasconcelos, por volta de 19h. Equipes da Comlurb estiveram no local e o trânsito ficou lento na região.
A Rua Arquias Cordeiro, no Méier, Subúrbio, ficou interditada por volta das 20h30, na altura do Engenhão, devido a um ponto de alagamento. A Rua 24 de Maio também foi interditada na altura da estação do Engenho Novo. A Rua Conde de Bonfim, na altura da rua Uruguai, na Tijuca, Zona Norte, também foi interditada devido a um acúmulo de água na via.
Temporal alagou ruas e deixou moradores ilhados (Foto: Rodrigo Gorosito/ Arquivo pessoal)Temporal alagou ruas e deixou moradores ilhados (Foto: Rodrigo Gorosito/ Arquivo pessoal)
Por medida de precaução, operadores da prefeitura iniciaram o processo de fechamento dos acessos à Praça da Bandeira. O Túnel Santa Bárbara foi interditado, às 20h40, no sentido Santo Cristo, devido a uma queda de árvore na via. Já uma faixa no sentido Catumbi, que também estava fechada, já foi liberada. A Ponte Rio Niterói ficou sem luz.
Sirenes acionadas
Sirenes foram acionadas pela prefeitura na noite desta terça-feira de forma preventiva no Morro do Adeus, Arrelia, no Andaraí, Jamelão 1, Jamelão 2, Nova Maracá, Piancó e Vila Cruzeiro.
Até as 21h20, 30 sirenes haviam sido acionadas pela Prefeitura do Rio, de forma preventiva. São elas: Chacrinha 1, Liberdade 1 e 2, Matinha 1, Santos Rodrigues 2 / Azevedo Lima, Sumaré 1 e 2, São Carlos 1, Borel 1 e 2, São Carlos 1, Borel 1 e 2, Formiga 1 e 3, Andaraí 1, Arrelia 1, Parque Nova Maracá 1 e 2, Matriz 1, São João 3 e 4, Vila Cabuçu 1 / Barro Preto, Santa Alexandrina / Paula Ramos, Santa Teresa 1, Piancó 1, Parque João Paulo 1 e 2, Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu.
De acordo com o Alerta Rio, houve registro de rajadas de vento moderadas a forte na cidade do Rio. O Aeroporto Campos dos Afonsos registrou rajada forte de 52,0 km/h às 19h40.
Rua próxima ao estádio do Maracanã fica alagada por causa da chuva na Zona Norte do Rio (Foto: Natália da Costa Couto/VC no G1)Rua próxima ao estádio do Maracanã fica alagada por causa da chuva na Zona Norte do Rio (Foto: Natália da Costa Couto/VC no G1)
De acordo com a prefeitura, a chegada de uma frente fria pode provocar pancadas isoladas de chuva moderada, ocasionalmente forte, nas próximas horas. O estágio de alerta é o terceiro  nível em uma escala de quatro e significa a ocorrência de chuva forte.
Há acúmulo de água em Santa Cruz, na Zona Oeste, no cruzamento da Avenida Cesário de Melo com a Rua Felipe Cardoso, onde choveu cerca de 26,4 mm em apenas 15 minutos.
Trens e metrô
A Supervia informou que por causa da intensa chuva que caiu sobre o Rio de Janeiro na noite desta terça-feira, os trens da Supervia aguardavam liberação para seguir viagem às 21h.
Já o Metrô Rio informou que a circulação de trens na Linha 2 foi comprometida por causa de objetos pelo vento na área próxima aos trens. Às 21h30, a operação das composições era realizada da Pavuna ao Estácio, como nos fins de semana.
As três estações da Tijuca (Afonso Pena, São Francisco Xavier e Saens Peña) foram fechadas por medida de segurança, por volta das 21h30, pois estavam sendo invadidas pela água da chuva.
Energia
A assessoria da Light informou que a empresa está fazendo avaliação dos locais atingidos, mas adiantou que já há técnicos fazendo reparos na Barra da Tijuca, na Zona Oeste; Andaraí e Vila Isabel, na Zona Norte; e em Santa Teresa, no Centro.
Ainda de acordo com a assessoria da companhia, não é possível precisar que tipos de danos ocorreram nestes locais. No entanto, em situações de chuva intensa, as causas mais comuns são a incidência de raios que desarmam os circuitos, além da queda de árvores e objetos levados pelo vento, que atingem as redes.
Segundo o Centro de Operações, o prefeito Eduardo Paes acompanhava os trabalhos das equipes por volta das 21h.
Centro de Operações mapeou as regiões da cidade por volta das 20h (Foto: Reprodução / Prefeitura do Rio)Centro de Operações mapeou as regiões da cidade por volta das 20h (Foto: Reprodução / Prefeitura do Rio)

Fonte G1

Manhã de sol e temperaturas em rápida elevação na Capital paulista

A terça-feira começou com poucas nuvens e termômetros oscilando em torno dos 21ºC na Grande São Paulo. O predomínio de sol favorece a rápida elevação das temperaturas com máximas que podem superar os 32ºC. Os valores mínimos de umidade relativa do ar podem chegar aos 40% nas horas mais quentes do dia. O calor e a aproximação de uma frente fria devem provocar chuvas na forma de pancadas entre o final da tarde e o início da noite. Podem ocorrer pontos de maior intensidade com raios, rajadas de vento e potencial para alagamentos na Capital paulista.

TENDÊNCIA PARA OS PRÓXIMOS DIAS:

A propagação da frente fria pelo litoral paulista muda o tempo nos próximos dias, causando maior cobertura de nuvens e chuvas, além de amenizar um pouco o calor dos últimos dias.

Na quarta-feira (06) o sistema frontal provoca chuvas alternadas com períodos de melhoria ao longo do dia. O sol aparece entre muitas nuvens e as temperaturas devem variar entre mínimas de 20ºC e máximas que não superam os 28ºC. No decorrer da tarde as chuvas ganham força, o que eleva o risco para formação de alagamentos e deslizamentos de terra na Grande São Paulo.

A quinta-feira (07) deve apresentar sol entre nuvens com temperaturas em elevação no decorrer do dia. As mínimas oscilam em torno dos 19ºC, enquanto que as máximas podem superar os 30ºC. Entre o final da tarde e o início da noite a nebulosidade aumenta com a chegada da brisa marítima, entretanto as chuvas ocorrem na forma de pancadas mais isoladas.
Fonte CGE

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Manhã com sol entre nuvens e temperaturas em elevação na Capital paulista

A quinta-feira começou com variação de nuvens, e termômetros oscilando em torno dos 19ºC na Grande São Paulo. No decorrer do dia o sol aparece entre nuvens e favorece a elevação das temperaturas, com máximas que podem superar os 26ºC. Os valores mínimos de umidade relativa do ar devem chegar aos 55% nas horas mais quentes do dia. No final da tarde a nebulosidade aumenta com a chegada da brisa marítima, entretanto são poucas as condições de chuva que podem ocorrer apenas de forma rápida e muito isolada.

TENDÊNCIA PARA OS PRÓXIMOS DIAS:

O tempo não muda muito nos próximos dias, e segue com sol entre nuvens, temperaturas em elevação e sem condições de chuva na Capital paulista. A sexta-feira (01) segue com sol entre nuvens e temperaturas em elevação. As mínimas oscilam em torno dos 18ºC, enquanto que as máximas podem superar os 27ºC. No final do dia a nebulosidade aumenta com a chegada da brisa marítima, porém não há previsão de chuvas significativas.

No sábado (02) o sol volta a predominar na Capital paulista. Os termômetros devem variar entre mínimas de 18ºC, e máximas que podem superar os 28ºC. No final do dia a nebulosidade aumenta, mas não são esperadas chuvas na Grande São Paulo.
Fonte CGE

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Austrália se prepara para a chegada de ciclone

Depois dos incêndios florestais no Sudeste e no Oeste e das enchentes no Nordeste, a Austrália se prepara agora para a chegada de um ciclone.
A Costa Oeste, banhada pelo Oceano Índico, já está sendo castigada por tempestades e ventos de até 120 km/h.
As autoridades acreditam que o ciclone vá ganhar força à medida que se aproxima do continente.
Moradores das zonas mais baixas da cidade de Port Hedland foram orientados a deixar suas casas.
A área de Port Hedland responde pelo movimento de cerca de um quinto do minério de ferro marítimo negociado no mundo, e é utilizado pela BHP Billiton, Fortescue Metals Group e Atlas Iron.
Os portos de Dampier e Cape Lambert, utilizados pela Rio Tinto, maior mineradora australiana, também estão localizados na região.
Imagem da Nasa mostra a aproximação de ciclone na Austrália. (Foto: Nasa / Via AFP Photo )Imagem da Nasa mostra a aproximação de ciclone na Austrália. (Foto: Nasa / Via AFP Photo )
 

Fonte G1

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Calor pode provocar chuvas típicas de verão nas próximas horas

O predomínio de sol provocou a rápida elevação das temperaturas, com máximas que superaram os 31ºC neste início de tarde. A umidade relativa do ar entrou em declínio e oscila em torno dos 40% na Grande São Paulo. 

O calor e a chegada da brisa marítima favorecem a ocorrência de chuvas na forma de pancadas entre o final da tarde e o início da noite. Podem ocorrer pontos de maior intensidade com raios, rajadas de vento e potencial para formação de alagamentos.

TENDÊNCIA PARA OS PRÓXIMOS DIAS:

A propagação de uma frente fria muda o tempo no decorrer da semana, amenizando o calor dos últimos dias e provocando chuvas mais generalizadas, o que eleva o potencial para alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de terra na Grande São Paulo.

A terça-feira (26) ainda começa abafada com sol entre nuvens na Grande São Paulo. As temperaturas mínimas oscilam em torno dos 21ºC, enquanto que as máximas não devem superar os 28ºC. A aproximação de uma frente fria muda o tempo no decorrer do dia, causando aumento de nebulosidade e chuvas na forma de pancadas mais generalizadas com trovoadas e rajadas de vento.

Na quarta-feira (27) o sistema frontal deixa o tempo nublado e chuvoso na Grande São Paulo. Os termômetros devem variar entre mínimas de 20ºC e máximas que permanecem abaixo dos 25ºC.
Fonte CGE

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Vídeo amador mostra queda de barreira na Rodovia dos Imigrantes


Fonte G1

Queda de barreira na pista norte da Rodovia Imigrantes deixou um morto e atingiu 23 carros e uma carreta na tarde de sexta.
O deslizamento atingiu 23 carros e uma carreta e causou uma morte . Todos os veículos atingidos já foram removidos, mas a área continua bloqueada porque as equipes da Ecovias (empresa concessionária que administra as rodovias) trabalham na desobstrução e limpeza da via.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Predomínio de sol e temperaturas em rápida elevação na Capital paulista

A sexta-feira começou abafada com poucas nuvens e termômetros oscilando em torno dos 21ºC na Grande São Paulo. No decorrer do dia o predomínio de sol favorece a rápida elevação das temperaturas com máximas que podem superar os 32ºC. A umidade relativa do ar entra em declínio e deve atingir níveis próximos aos 30% nas horas mais quentes do dia. O calor e a propagação de uma frente fria pelo oceano provocam chuvas na forma de pancadas entre o final da tarde e o início da noite. Podem ocorrer pontos de maior intensidade com descargas elétricas, rajadas de vento e potencial para alagamentos na Capital paulista.

TENDÊNCIA PARA OS PRÓXIMOS DIAS:

O sistema frontal muda um pouco o tempo no final de semana, causando maior nebulosidade e chuvas, além de amenizar o intenso calor dos últimos dias.

O sábado (23) deve apresentar muita nebulosidade e chuvas alternadas com períodos de melhoria ao longo do dia. O sol até aparece entre muitas nuvens e os termômetros variam entre mínimas de 20ºC e máximas que não devem superar os 28ºC. Ainda há risco para formação de alagamentos, devido a continuidade das chuvas no período da tarde.

No domingo (24) a frente fria afasta-se do litoral paulista e o sol volta a predominar, favorecendo a elevação das temperaturas. As mínimas oscilam em torno dos 19ºC, enquanto que as máximas podem chegar aos 30ºC. As chuvas na forma de pancadas isoladas devem se concentrar no período da tarde.
Fonte CGE

Previsão do tempo Brasil

Uma frente fria avança do litoral da Região Sul para o litoral de São Paulo ao longo desta sexta-feira. Muitas nuvens persistem sobre Santa Catarina e Paraná e há condições de chuva. No Rio Grande do Sul, o ar seco ganha força e deixa o tempo firme. Ao longo do dia a instabilidade aumenta principalmente no sul e oeste paulistas, mas a temperatura irá seguir elevada em todo o Estado. Tempo aberto no centro-norte de Minas Gerais e entre o interior da Bahia até o centro-oeste do Rio Grande do Norte. Nas demais áreas do País, o dia será de sol, calor e pancadas de chuva, de acordo com a Climatempo. Confira a previsão pelo Brasil:



Norte
O calor e a umidade alta formam nuvens carregadas sobre o Norte. Quase toda a Região tem muitas nuvens, períodos com sol e muitas pancadas de chuva. Pode chover forte. O Tocantins tem sol forte e poucas pancadas de chuva à tarde. Não chove no norte de Roraima.

Nordeste
Permanece a chance de chuva moderada em áreas do Maranhão, Piauí e Ceará. Não chove no vale do São Francisco (BA), no interior de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Sol e chuva rápida nas demais áreas da Região.

Centro-Oeste
O ar quente e úmido se espalha sobre o Centro-Oeste. O ar fica abafado. O norte e oeste de Mato Grosso, o centro-oeste e sul de Mato Grosso do Sul têm muitas nuvens, períodos com sol e fortes pancadas de chuva. No restante da Região, o sol aparece o dia todo e chove à tarde.

Sudeste
Sol e muito calor no Sudeste. Frente fria chega ao litoral de São Paulo, com pouca força – há risco de chuva forte à tarde e à noite no Estado. Não chove no noroeste de Minas Gerais e norte do Rio de Janeiro. Poucas pancadas de chuva podem ocorrer à tarde no restante da Região.

Sul
Uma frente fria atinge o litoral do Paraná. Chove quase o dia todo no leste do Estado e no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. As outras áreas destes Estados e a serra gaúcha têm muitas nuvens, aberturas de sol e pancadas de chuva. Chove forte. As outras áreas do Rio Grande do Sul têm sol e muitas nuvens.

Locais que sofriam com enchentes há 20 anos ainda alagam em São Paulo

A água represada na praça da Bandeira, no centro da cidade de São Paulo, interditou o local. O viaduto Antártica, na zona oeste, fechou por causa do alagamento na avenida Marquês de São Vicente. O trânsito na via Anchieta ficou complicado por causa do transbordamento do Ribeirão dos Couros, na zona sul. Tudo isso aconteceu depois dos temporais dos últimos dias em São Paulo. Mas foram também frases de reportagens sobre enchentes publicadas 10 ou 20 anos atrás.
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Tércio Teixeira/Futura Press
Chuva e alagamento no Anhangabaú, saídas para avenida 9 de Julho e 23 de Maio, em São Paulo, na terça-feira
O jornal O Estado de S. Paulo pesquisou 12 vias que tiveram enchentes nos dois primeiros meses de 1993 e de 2003 para verificar se voltaram a alagar neste ano. Só uma passou incólume até agora: a avenida Pacaembu, na zona oeste, que costumava inundar há duas décadas. Os outros 11 pontos seguem sofrendo com transtornos de alagamentos. Basta chover forte para inundarem, complicando o trânsito e a vida de pedestres, moradores e comerciantes.
A rua Turiaçu, na Pompeia, na zona oeste, é um desses pontos. Há 10 anos, reportagem já informava que a via havia ficado cheia de água em uma tarde de janeiro. Não muito longe, a avenida Marquês de São Vicente, perto do viaduto Antártica, também inundava, isolando veículos. Os dois pontos voltaram a alagar com a chuva dos últimos dias.
 

Paulo Preto/Futura Press

Alagamento na região da Vila Pompéia, em São Paulo, nesta terça-feira (19)

No centro, o fechamento do túnel do Anhangabaú e dos primeiros metros da avenida 23 de Maio já ocorriam em temporais de 1993. No começo da semana, alagaram de novo, assim como trechos da Radial Leste e avenida Aricanduva, na zona leste. Nem a famosa rua 25 de Março escapa. Apesar de não alagar tanto quanto em 2003, ainda sofre com enormes espelhos d’água.
Na esquina da avenida Professor Luiz Ignácio de Anhaia Mello com a rua Bento Sabino dos Reis, na Vila Ema, zona leste, a população é obrigada a conviver com as enchentes todo ano. Dos 22 verões que a comerciante Neide da Silva, de 47 anos, passou em sua casa naquela rua, em apenas dois não presenciou um transbordamento. Ela diz que não consegue dormir quando chove e o nervosismo a fez procurar tratamento psicológico. Na segunda-feira, Neide perdeu móveis e eletrodomésticos.
Um caso parecido é o da rua Mateus Mascarenhas, no Limão, na zona norte. Já há dez anos, a via alagava bastante. No início desta semana, suas casas voltaram a sofrer com a água suja. É o que conta a atendente Tamara Regina dos Santos, de 21 anos. "Perdi a geladeira, que havia colocado na garagem."
Vila Madalena
Outros locais são a via Anchieta, no quilômetro 13, zona sul, e o cruzamento das avenidas Brasil e Rebouças, em Pinheiros, zona oeste. A Vila Madalena também tem enxurradas tanto quanto dez anos atrás. Em nota, a Prefeitura informou que houve intervenções em alguns pontos citados e que estuda "um pacote de medidas" para o problema. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte iG

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Sol entre poucas nuvens com temperaturas em elevação nesta manhã de quarta-feira (20)

Após mais um temporal, a Capital paulista amanheceu com poucas nuvens e temperaturas em torno dos 20ºC. Hoje será mais um dia de calor e sensação de tempo abafado. Os termômetros ultrapassam facilmente os 30ºC nas horas mais quentes.

Entre o meio e o fim da tarde a combinação de calor e umidade geram nuvens carregadas. As áreas de instabilidade se organizam e, por conta disso, são esperadas chuvas fortes na região da Grande São Paulo e Capital. Os temporais vêm acompanhados de rajadas de vento e queda de granizo, o que potencializa os transtornos trazidos pelas chuvas.

TENDÊNCIA PARA OS PRÓXIMOS DIAS:
Nos próximos dias as condições atmosféricas se mantêm inalteradas. As temperaturas permanecem altas principalmente no período da tarde e acima da média da Cidade, que é de 27,9ºC. Uma frente fria avança em direção ao sudeste nos próximos dias e deve passar por São Paulo entre a sexta-feira (22) e o sábado (23).

O sistema não deve causar declínio acentuado das temperaturas, mas aumenta o potencial do volume de chuvas, principalmente na sexta-feira (22).

Até a meia noite do dia 19 de fevereiro a Capital já contabilizou um volume médio de chuvas de 215mm, que é praticamente a média esperada para todo o mês. As regiões Central, Oeste e Norte são as que acumularam maior volume de chuvas até o momento, superando os 236mm.
Fonte CGE

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Fim da manhã com variação de nuvens e altas temperaturas

A manhã de segunda-feira (18) chega ao fim com variação de nuvens e temperaturas em ligeira elevação na Cidade de São Paulo. As 11h30 as estações meteorológicas automáticas do CGE registravam em média 30°C, e tende a subir mais nas próximas horas, podendo ultrapassar 31°C no período da tarde.  Por conta do calor e da alta umidade, entre o fim da tarde e o início da noite são previstas pancadas de chuva isolada com intensidade moderada a forte em bairros da Capital e cidades vizinhas. Há potencial para a formação de alagamentos.

TENDÊNCIA:
Pelo menos até a próxima quinta-feira (21) o predomínio será de condições bem típicas de verão. Sol com poucas nuvens no início da manhã, temperaturas elevadas,  e entre a tarde e a noite ocorre pancada de chuva isolada com potencial para a formação de alagamentos. As chuvas típicas da estação chuvosa normalmente são acompanhadas de rajadas de ventos e eventualmente queda de granizo. Nos próximos dias as temperaturas variam entre mínima de 21ºC e máximas que superam os 30ºC. As simulações mais recentes apontam para a passagem de uma frente fria entre a sexta-feira (22) e o sábado (23).
Fonte CGE

Rússia inicia 'corrida do meteorito' após localização de fragmentos

Um meteorito que explodiu sobre os montes Urais, na Rússia, e que espalhou bolas de fogo pelo céu agora motiva uma corrida por fragmentos da rocha espacial, e os caçadores esperam ganhar milhares de dólares com cada pedaço.
Entusiastas amadores estimam que os pedaços de rocha espacial possam valer até 66 mil rublos (US$ 2.200) por grama -- mais de 40 vezes a atual cotação do ouro e o fato deu início a uma "corrida do meteorito" nos arredores da cidade industrial de Chelyabinsk
A explosão da sexta-feira (15) e a onda de choque que veio depois estilhaçaram vidraças, feriram quase 1.200 pessoas e causaram prejuízo de US$ 33 milhões em danos, segundo autoridades locais.
No entanto, a confirmação de que o corpo celeste, tratado inicialmente por meteoro, era na verdade um meteorito só veio neste domingo, quando cientistas da Universidade Federal dos Urais afirmaram que fragmentos encontrados no Lago Chebarkul, na região de Chelyabinsk, eram partes de um meteorito.
Estudo feito com partículas dos fragmentos encontrados na região do Lago Chebarkul, que está congelado, apontaram que o material tinha características de um meteorito condrito ordinário, contendo em sua composição 10% de ferro. Os cientistas afirmaram ainda que o corpo celeste poderá ser batizado de “meteorito Chebarkul”.
Quando um corpo rochoso vem do espaço e entra na atmosfera, ele é inicialmente chamado pelos astrônomos de meteoro. Caso atinja o solo, em vez de se desfazer em atrito com a atmosfera, ele - ou seus fragmentos - passam a ser classificados de "meteorito", conforme explica o astrônomo Cássio Barbosa, colunista do G1.
Um total de 53 fragmentos de meteorito foram encontrados por cientistas na região do Lago Chebarkul (Foto: Alexander Khlopotov/Universidade Federal dos Urais/AP)Um total de 53 fragmentos de meteorito foram encontrados por cientistas na região do Lago Chebarkul (Foto: Alexander Khlopotov/Universidade Federal dos Urais/AP)
Menos é mais
"O preço ainda é difícil de dizer. Quanto menos meteoritos forem recuperados, maior o seu preço", disse Dmitry Kachkalin, membro da Sociedade Russa de Admiradores Amadores dos Meteoritos.
Mais de 20 mil pessoas participaram no fim de semana das operações de busca e limpeza em Chelyabinsk e arredores. Muitas outras pessoas estão na região na esperança de achar um meteorito, depois de um fenômeno descrito por cientistas como algo que só acontece uma vez a cada século.
Numa aldeia próxima, os moradores andavam pelas ruas recolhendo pedras no meio da neve. Mas nem todos estavam interessados em vender a relíquia. "Eu vou guardar. Por que vender? Eu não tinha vida de rica antes, então por que vou começar agora?", disse uma mulher à TV estatal Rossiya-24, segurando um pedregulho.
Na internet, há pessoas vendendo pedras que dizem ser meteoritos por a partir de mil rublos (US$ 33,18), mas é difícil confirmar sua autenticidade.
A grama do meteorito chega a valer mais que o ouro no mercado paralelo (Foto: Alexander Khlopotov/Universidade Federal dos Urais/AP)A grama do meteorito chega até US$ 2.200 (Foto: AP)
Detalhes do meteorito
Os fragmentos encontrados pelos cientistas nos arredores do Lago Chebarkul tinham 0,5 a 1 cm de diâmetro, mas os cientistas disseram que pedaços maiores podem ter caído no lago, onde uma cratera com cerca de oito metros de diâmetro se abriu no gelo depois da explosão da sexta-feira.
Ainda segundo a equipe de cientistas, os fragmentos não revelaram ainda algo a respeito das origens do meteorito, que a Nasa estimou ter tido 17 metros de diâmetro e 10 mil toneladas antes de entrar na atmosfera terrestre.

Meteoro - arte (Foto:  )
Maior em 100 anos
A agência espacial americana Nasa divulgou informações capturadas por uma rede de sensores que permitiu uma melhor avaliação do objeto que cruzou o céu da Rússia. Segundo a instituição, o tamanho do meteoro era de 17 metros e seu peso era de 10 mil toneladas antes de entrar na atmosfera terrestre.
Quando se desintegrou no céu, às 0h20 (horário de Brasília) desta sexta-feira, devido ao atrito com o ar, foram liberados 500 kilotons de energia (ou seja, aproximadamente o equivalente à detonação de 500 toneladas de TNT), segundo as estimativas.

O primeiro registro da entrada do meteoro na atmosfera terrestre foi feito no Alasca, a mais de 6.500 km da região russa, onde houve os estragos. Os sensores de infrassom indicam que, desde o momento da entrada do meteoro na atmosfera, até sua desintegração, se passaram 32,5 segundos.
meteorito na rússia (Foto: Reprodução) 
Imagens do momento da queda de meteorito na
Rússia (Foto: Reprodução)
Sistema de defesa
Agências de notícias afirmam que autoridades da Rússia defenderam a criação de um sistema conjunto de combate a asteroides. Alexei Pushkov, chefe do Comitê de Assuntos Exteriores do Parlamento russo, escreveu em sua conta no Twitter que “'em vez de lutar na Terra, as pessoas deveriam criar um sistema conjunto de defesa dos asteroides”.

A opinião é compartilhada pelo presidente russo, Vladimir Putin. Segundo a agência de notícias "France Presse", o presidente convocou os Estados Unidos a se unir ao país e à China para criar um sistema de defesa contra asteroides.

Na última semana, pela primeira vez um grupo de trabalho das Nações Unidas propôs um plano de coordenação internacional para detectar asteroides potencialmente perigosos e, em caso de risco para a Terra, preparar uma missão espacial com capacidade para desviar sua trajetória.
"O risco de que um asteroide se choque contra a Terra é extremamente pequeno, mas, em função do tamanho do asteroide e do local do impacto, as consequências podem ser catastróficas", indica um relatório entregue esta semana aos estados-membros pelo Escritório da ONU para o Espaço Exterior (Unoosa, na sigla em inglês).
O relatório de 15 páginas foi elaborado por um grupo de trabalho criado em 2007, em Viena, na Áustria. Atualmente são conhecidos cerca de 20 mil asteroides próximos à Terra, dos quais aproximadamente 300 são potencialmente perigosos, explica o diretor do grupo de trabalho que redigiu o documento, o mexicano Sergio Camacho.
Até 2020, o analista prevê que serão detectados até meio milhão de asteroides próximos a nosso planeta, graças à melhora da tecnologia de localização. "São objetos que estão aí, mas não sabemos onde estão", ressalta.
Fonte G1

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Mergulhadores exploram lago russo que teria sido atingido por meteoro


Uma equipe de mergulhadores vasculha neste sábado (16) o lago Shebarkul, na região de Cheliabinsk, na Rússia, atrás de fragmentos do meteoro que caiu nesta sexta-feira e, supostamente, teria atingido essa superfície de água congelada.
Uma rachadura na cobertura espessa de gelo levantou a suspeita de um possível impacto do corpo celeste na área.
De acordo com um porta-voz do Ministério de Situações de Emergência, em entrevista a agências de notícias russas, um grupo de seis mergulhadores inspecionará as águas em busca de fragmentos. Caso seja encontrado algum pedaço do corpo celeste, poderá ser classificado de meteorito.
Quando um corpo rochoso vem do espaço e entra na atmosfera, ele é inicialmente chamado pelos astrônomos de meteoro. Caso atinja o solo, em vez de se desfazer em atrito com a atmosfera, ele - ou seus fragmentos - passam a ser classificados de "meteorito", conforme explica o astrônomo Cássio Barbosa, colunista do G1.
Maior em 100 anos
A agência espacial americana Nasa divulgou informações capturadas por uma rede de sensores que permitiu uma melhor avaliação do objeto que cruzou o céu da Rússia. Segundo a instituição, o tamanho do meteoro era de 17 metros e seu peso era de 10 mil toneladas antes de entrar na atmosfera terrestre. Quando se desintegrou no céu, às 0h20 (horário de Brasília) desta sexta-feira, devido ao atrito com o ar, foram liberados 500 kilotons de energia (ou seja, aproximadamente o equivalente à detonação de 500 toneladas de TNT), segundo as estimativas.
Imagem divulgada pelo Departamento de Polícia da região de Cheliabinsk neste sábado (16), mas feita na sexta (15), mostra pequeno fragmento encontrado na beira do lago Chebakul, local onde, supostamente, o meteoro teria caído (Foto: Divulgação/Departamento de Polícia de Cheliabinsk)Imagem divulgada pela Polícia da região de Cheliabinsk
neste sábado (16) mostra um pequeno fragmento de
rocha achado na beira do lago Chebakul. No entanto, não
há ainda confirmação de que pedaços do meteoro tenham
sido encontrados. O local é investigado já que,
supostamente, o meteoro teria caído em seu interior
(Foto: Divulgação/Departamento de Polícia de Cheliabinsk)
O primeiro registro da entrada do meteoro na atmosfera terrestre foi feito no Alasca, a mais de 6.500 km da região russa, onde houve os estragos.
Os sensores de infrassom indicam que, desde o momento da entrada do meteoro na atmosfera, até sua desintegração, se passaram 32,5 segundos.
"Poderíamos esperar que um evento dessa magnitude ocorresse a cada 100 anos, em média", avalia o cientista Paul Chodas, da Nasa, que encabeça um programa da agência voltado para objetos espaciais próximos à Terra.
"Quando há uma bola de fogo desse tamanho, esperaríamos que um grande número de meteoritos chegasse ao solo e, nesse caso, provavelmente deve ter havido alguns grandes", avalia, em nota. O meteoro é o maior de que se tem notícia a impactar nosso planeta desde 1908, quando outra rocha vinda do espaço caiu em Tunguska, na Sibéria, inbforma a Nasa.
A agência americana voltou a reforçar que não há relação entre o meteoro que caiu na Rússia e o asteroide 2012 DA14, que passou perto da terra na tarde de sexta-feira (pelo horário de Brasília).
De acordo com o ministro russo de Situações de Emergência, Vladimir Pushkov, uma equipe especial do governo foi enviada à região para avaliar a estabilidade sísmica dos edifícios. Ele comentou ainda que haverá cuidados ao religar o gás dessas edificações.
Pessoa pbserva buraco provocado por meteorito em lago congelado Chebarkul na Rússia. (Foto: AP)Pessoa observa buraco provocado nesta sexta-feira (15) por meteoro em lago congelado Shebarkul na Rússia (Foto: AP)
O governo de Cheliabinsk iniciou uma grande operação para consertar os estragos provocados pelo fenômeno. Cerca de 20 mil pessoas foram mobilizadas no país para participar da limpeza e também do atendimento aos feridos, que ainda neste sábado permaneciam sob observação médica.
Último dado divulgado pelo Ministério do Interior russo aponta que ao menos mil pessoas tiveram ferimentos devido aos estilhaços de vidro, que se quebraram com a aparição da bola de fogo no céu. Deste total, 200 seriam crianças.
meteorito na rússia (Foto: Reprodução)Montagem mostra queda de meteoro na Rússia
nesta sexta-feira (Foto: Reprodução)
Sistema de defesa
Agências de notícias afirmam que autoridades da Rússia defenderam a criação de um sistema conjunto de combate a asteroides. Alexei Pushkov, chefe do Comitê de Assuntos Exteriores do Parlamento russo, escreveu em sua conta no Twitter que “'em vez de lutar na Terra, as pessoas deveriam criar um sistema conjunto de defesa dos asteroides”.
A opinião é compartilhada pelo presidente russo, Vladimir Putin. Segundo a agência de notícias "France Presse", o presidente convocou os Estados Unidos a se unir ao país e à China para criar um sistema de defesa contra asteroides.

Nesta semana, pela primeira vez um grupo de trabalho das Nações Unidas propôs um plano de coordenação internacional para detectar asteroides potencialmente perigosos e, em caso de risco para a Terra, preparar uma missão espacial com capacidade para desviar sua trajetória.
Meteoro - arte (Foto:  )
"O risco de que um asteroide se choque contra a Terra é extremamente pequeno, mas, em função do tamanho do asteroide e do local do impacto, as consequências podem ser catastróficas", indica um relatório entregue esta semana aos estados-membros pelo Escritório da ONU para o Espaço Exterior (Unoosa, na sigla em inglês).
O relatório de 15 páginas foi elaborado por um grupo de trabalho criado em 2007, em Viena, na Áustria. Atualmente são conhecidos cerca de 20 mil asteroides próximos à Terra, dos quais aproximadamente 300 são potencialmente perigosos, explica o diretor do grupo de trabalho que redigiu o documento, o mexicano Sergio Camacho.
Até 2020, o analista prevê que serão detectados até meio milhão de asteroides próximos a nosso planeta, graças à melhora da tecnologia de localização. "São objetos que estão aí, mas não sabemos onde estão", ressalta.
Fonte G1

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Noite segue com chuva fraca e chuviscos na Cidade de São Paulo

A noite de sexta-feira (15) segue com chuva fraca e chuviscos em vários bairros da Cidade de São Paulo. As 21h10 os termômetros das estações meteorológicas automáticas do CGE registravam em média 21°C e tende a cair um pouco mais, podendo atingir mínima de até 20°C nas primeiras horas da manhã. Segundo os meteorologistas do CGE, as chuvas diminuem gradualmente, restando apenas chuviscos e nebulosidade para as próximas horas.

Tendência:
O final de semana será marcado por condições típicas de verão. O calor e a alta umidade geram nuvens carregadas a partir da tarde com potencial para a ocorrência de rajadas de vento e queda de granizo de forma localizada. As temperaturas variam entre mínima de 20ºC e máxima de 30ºC. Alerta-se para o elevado potencial para a ocorrência de alagamentos na Capital paulista.
Fonte CGE

Tamanho impediu que meteoro fosse detectado antes de cair



AP
Rastro deixado pelo meteorito é visto no céu de Chelyabinsk, na Rússia
Justamente no dia previsto para a passagem “de raspão” de um asteroide pela Terra, a imagem e os danos causados pela queda de um meteorito na Rússia chocaram o mundo. A passagem doasteroide 2012 DA14 a 27 mil quilômetros da Terra foi anunciada há mais de um mês, já o meteorito pegou todos de surpresa.
A agência espacial russa Roscosmos disse que o meteorito viajava a uma velocidade de 30 quilômetros por segundo e que eventos desse tipo são difíceis de serem previstos.
Especialistas afirmam que o motivo para o evento na Rússia não ter sido detectado deve ter relação com o tamanho do meteoro e também sua cor. “Calcula-se que o asteroide tenha cerca de 50 metros de comprimento, já o meteorito era muito menor. Estes objetos são observados e monitorados por vários centros especializados e agências espaciais. Centenas são observados todos os anos. Porém para ele ser captado pelos telescópios depende do tamanho e de sua cor cor”, disse ao iG Othon Winter, físico do departamento de Matemárica da Faculdade de Engenharia da da Unesp.
Estima-se que a queda de meteoros ocorra cerca de dez vezes ao ano. Porém, é raro um meteorito cair em uma região povoada, afinal 70% do planeta é composto por água e está inabitado por humanos. Porém, na manhã desta sexta-feira (15) a queda de um meteorito nos Montes Urais, na Rússia, deixou centenas de feridos e causou pânico em cidades da região. A explosão do meteoro ao entrar na atmosfera criou uma onda de choque que quebrou vidraças e lançou objetos pelo ar a quilômetros de distância.
Nasa
Ilustração mostra aproximação do asteroide 2012 DA14 com a Terra
“Queda de meteoritos são eventos relativamente comuns, porém este caiu em uma área populosa e note que os ferimentos das vítimas não foram causados por choques com os fragmentos da rocha, mas por causa da movimentação de ar gerada e suas consequências”, disse ao iGDaniela Lazzaro, pesquisadora em ciências planetárias do Observatório Nacional.
A pesquisadora afirma que objetos como estes não são raros, mas para fazer os estragos que fez, além de cair sobre uma área habitada, é preciso uma série de fatores como tamanho, velocidade que entra na atmosfera e atinge a crosta terrestre. “Além disso, é levado em conta as condições das camadas da atmosfera, condições do vento. É uma conjunção de fatores.”
Em um comunicado, a Nasa afirmou que a trajetória do meteorito que caiu na Rússia e a do asteroide 2012 DA14 são completamente diferentes, o que faz deles dois objetos sem relação nenhuma. “As informações sobre o meteorito russo ainda estão sendo coletadas e as análises preliminares ainda estão sendo concluídas. Em vídeos do meteoro, ele parece passar da esquerda para a direita em frente ao sol nascente. Isto significa que ele estava viajando do Norte para o Sul. A trajetória do asteroide está na direção oposta, do Sul para o Norte”, afirmou o comunicado.
Astrônomos afirmam que não há chance de o asteroide colidir com a Terra, mas caso isto acontecesse, liberaria cerca de 2,5 megatoneladas de energia na atmosfera. “Seria algo comparável ao impacto causado por outro objeto em Tuguska na Sibéria em 1908”, disse Donald Yeomans administrador do Programa de Objetos Próximos a Terra, da Nasa. O choque na Sibéria resultou em grande devastação em uma área de 1.200 quilômetros quadrados.
Vale lembrar que meteoro é o nome dado aos pedaços de rochas do espaço, normalmente provenientes de grandes cometas ou asteroides. Quando eles entram na atmosfera, se fragmentam e se chocam com a Terra, são chamados de meteorito. 
Fonte iG

Asteroide 2012 DA14 já passou por ponto próximo da Terra, diz Nasa


O asteroide 2012 DA14 passou por volta das 17h25 (hora de Brasília) a uma distância de 27 mil km da Terra, de acordo com cientistas da agência espacial americana (Nasa).
Eles acompanharam em tempo real o fenômeno e transmitiram via internet imagens obtidas pelo observatório Gingin, localizado na Austrália.
Uma contagem regressiva acompanhava a transmissão. Segundos após a passagem do asteroide, de acordo com a previsão dos cientistas, um dos apresentadores brincou que "o mundo continuava como estava".
Imagem divulgada pela Nasa mostra momento da passagem do asteroide a 27 mil km de distância da Terra' (Foto: Reprodução)Imagem divulgada pela Nasa mostra momento da passagem do asteroide 2012 DA14 a 27 mil km de distância da Terra' (Foto: Reprodução)

Apesar da proximidade recorde, os especialistas garantem que não há risco de colisão do asteroide com a Terra. Também não existe risco de colisão com os satélites de comunicação, pois os satélites ficam sobre a linha do equador e o asteroide passará mais próximo do Polo Sul.
A passagem do asteroide de 45 metros de diâmetro chamou a atenção pois nunca antes o ser humano identificou a passagem de um objeto tão grande tão próximo da Terra. A distância de 27 mil km é considerada menor do que a de alguns satélites de comunicação. Os chamados satélites geoestacionários ficam a uma altura aproximada de 36 mil km, na órbita da Terra.
O 2012 DA14 foi descoberto em 23 de fevereiro de 2012, na Espanha, sete dias depois de ter passado a 2,6 milhões de km da Terra. Desde essa época, astrônomos ligados a projetos de monitoração de NEOs (sigla em inglês para objetos próximos da Terra) têm observado esse objeto, levantando dados mais precisos para estabelecer sua trajetória no espaço.
O asteroide deve ser composto, em grande parte, por rocha, sem grandes concentrações de gelo ou metal. Sua origem pode ser tanto um objeto desgarrado do cinturão de asteroides, ou mesmo ser um defunto cometário, ou seja, um cometa que tenha esgotado seus componentes voláteis, após tantas passagens pelo Sistema Solar.
Corpos celestes com essa dimensão passam perto da Terra a cada 40 anos em média e atingem a Terra a cada 1,2 mil anos. Um impacto com um asteroide deste tamanho não é capaz de provoca uma extinção em massa, como a dos dinossauros, mas pode levar a uma catástrofe local se cair sobre uma área densamente povoada – como uma cidade.
Sem relação com meteoro da Rússia
Ainda nesta sexta-feira, a agência espacial divulgou uma nota afirmando que não há relação entre o meteoro que caiu na Rússia e o asteroide 2012 DA14. Segundo os cientistas americanos, as análises do meteoro ainda são preliminares, mas o sentido em que ocorreu a queda é oposto ao da viagem do asteroide: os vídeos do meteorito mostram ele passando da esquerda para a direita do sol nascente, o que significa que voava do norte para o sul.
O asteroide, por sua vez, tem trajetória sul-norte, destaca a agência dos EUA. Isso faz com que sejam objetos "completamente não relacionados", afirma a Nasa.
Fonte G1